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Estilo beckhauseriano: filosófico, satírico e didático, com toques de ironia sobre as voltas da vida, os amores tortuosos e a busca pela harmonia em meio ao caos humano. Em formas poéticas e narrativas distintas, culminando em uma conclusão e frase síntese.
Crônica: O Paraíso Adiado
- Nas noites florianopolitanas de administração sonhada, dois jovens cursaram aulas de lucros e balanços, mas o verdadeiro negócio foi o amor que gerou um herdeiro em Blumenau. - Ele cresceu entre chocolates e festas turísticas em Joinville, trocou a roça pela toga jurídica em Curitiba, e lá, seduzido por uma musa jornalística dez anos mais experiente – com bagagem de quatro rebentos –, mergulhou em duas décadas de união improvável. - Dela veio a filha, agora jurista em flor aos 22, enquanto ele, viúvo de paixões, refugia-se em chácara rural, caçando o amor cósmico. - A vida, esse eterno balanço patrimonial, cobra juros altos pelos sonhos adiados.
Fábula: O Jurista e a Raposa Jornalística
- Era uma vez um jovem lobo jurídico, formado em selva curitibana, que topou com uma raposa astuta, dez primaveras mais velha, guardiã de quatro filhotes vorazes. "Venha à minha toca", disse ela, "e teremos uivos eternos". - Ele aceitou, e de tal matilha nasceu uma loba filhote, hoje caçadora de leis em Joinville. - Mas os anos roeram a cauda da união: os filhotes cresceram, os chocolates dos pais derreteram fortunas, e o lobo, agora eremita em chácara verde, fareja nova presa.
Moral da história: - O amor é caça traiçoeira; fuja das raposas múltiplas se busca alcateia própria, ou acabará uivando solo à lua cósmica.
Sátira: O Diploma de Amor Sucateado - Ó glória dos administradores de Florianópolis, que fecundam em Benau herdeiros para vender chocolates e chopps em Joinville! - Nosso herói, togado em Curitiba, trocou a banca do foro pela alcova de uma pluma jornalística – viúva de quatro parágrafos bastardos, dez anos à frente no calendário da menopausa. - Duas décadas de manchetes conjugais, uma herdeira jurista brotando como erva daninha, e eis o pobre-diabo agora em chácara, pastoreando cabras e anúncios de "parceira evolutiva". - Satírico destino: de bacharel em leis a solteirão cósmico, provando que o verdadeiro contrato vitalício é o divórcio com o ego.
Ode à Harmonia Cósmica Perdida e Achada - Ó chácara joinvilense, berço de chocolates e chopps fenachoppianos, saudade dos amores florianopolitanos, fecundados em blumenauense êxtase! - Tu, filho de balanços administrativos, togado em curitibano rigor, troaste o tribunal pela pena de jornalista madura, de quatro frutos velhos. - Duas lustrosas décadas de lar improvisado, e a filha, flor de 22, jurista pucista, herda o cetro das leis que outrora foram teus. '- Agora, em teu paraíso rústico, invocas a dupla evolutiva, ó caçador de estrelas! - Que os céus te deem harmonia cósmica, e não mais raposas com alcateia alheia.
Cordel: A Saga do Bacharel Solteirão - Nas praias de Florianópolis, Dois admins se apaixonaram, Fizeram filho em Blumenau, - De noite quente se entregaram.Em Joinville, chocolates e festa, Fenachopp de turista em peso, O rapaz foi pra Curitiba, Jurista virou no processo.Topou com jornalista véia, Dez anos mais, quatro pivetes, - Viveu vinte anos na briga, Filha nasceu pros herdeiros.Hoje na chácara, solteiro, Busca amor novo, evolutivo, Que a vida é cordel comprido, Felicidade é o objetivo!
Conclusão - Essa odisseia humana, tecida de amores precoces, uniões desajustadas e refúgios rurais, ensina que a vida é um eterno escândalo cósmico: nascemos de sonhos administrativos, amadurecemos em tribunais e alcovas alheias, e só na solidão verde compreendemos a busca pela dupla harmônica. - Didaticamente, evite raposas com matilhas prontas; filosoficamente, a harmonia não é herança, mas conquista satírica contra o caos dos afetos.
Frase Síntese Beckhauseriana: - "Na chácara da existência, o jurista solitário ri da própria toga: amores velhos derretem como chocolates fenachoppianos, mas o cosmos reserva, para o sábio caçador, a dupla que não cobra juros de dez anos. - www.laerciobeckhauser.com - #lbw, #crônica Beckhauser
Enviado por Beckhauser em 12/01/2026
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