![]() 29/04/2013 10h36
AS LIÇÕES DE EINSTEIN...
Albert Einstein Ulm, 14 de março de 1879 — Princeton, 18 de abril de 1955 ) foi um físico teórico alemão posteriormente radicado nos Estados Unidos, que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos dois pilares da física moderna (ao lado da mecânica quântica). Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa-energia E = mc2 (que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo"), ele recebeu o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por seus serviços à física teórica e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico". O último foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Fonte: wikipedia.
AS LIÇÕES DE EINSTEIN
- Nada acontece por acaso: "Deus não joga dados com o Universo"
- Os medíocres são sempre críticos: "Os espíritos generosos, porque buscam um caminho diferente e usam, com coragem e honestidade, a inteligência, sempre encontram uma oposição violenta das mentes medíocres".
- A imaginação é mais importante que a cultura, porque o homem que é apenas culto termina cheio de limites, enquanto a imaginação pode dar a volta ao mundo.
- Respeito ao mistério: "O sentimento mais importante e mais belo que o homem pode experimentar é o seu respeito ao mistério; ele é a fonte de toda a arte e ciência. Quem não pode contemplar (o mundo) com espanto está com seus olhos fechados."
- Ciência e religião: "Eu afirmo que a religiosidade cósmica é a mais forte e a mais poderosa de todas as ferramentas de pesquisas científica. Ciência sem religião é incompleta. A religião sem ciência é cega. Todas as religiões, artes ou ciências são frutos da mesma árvore, cuja única aspiração é fazer a vida do homem mais digna: ou seja, permitir que o indivíduo se eleve além da simples existência física, e seja livre".
- Deixe espaço ao improviso: "Se as leis da matemática querem ser a base da realidade, então elas não podem ser fixas. Se as leis da matemática são fixas, então elas não têm base na realidade. Se eu soubesse exatamente onde quero chegar, não poderia chamar isso de pesquisa, não é verdade?"
- Dos constantes enganos a respeito da ciência: "O estudo científico não é nada mais do que um refinamento do que pensamos todos os dias".
- A intuição: "Não podemos permitir que a lógica seja nossa deusa: ela tem músculos poderosos, mas lhe falta personalidade. A mente intuitiva é um presente sagrado, e lógico é uma serva fiel; infelizmente, nós criamos uma sociedade que honra a serva fiel, e esquecemos do presente sagrado".
- Sobre a maior descoberta (usando o bom humor): "Às vezes, dico pensando como é que cheguei à teoria da relatividade: acho que uma pessoa normal nunca para de pensar em termos de espaço e tempo, mas, como o meu desenvolvimento intelectual foi lento, retardado, terminei pensando em tempo e espaço apenas quando já era quase adulto. Como poderia explicar minha teoria de maneira mais simples? Coloque sua mão em uma placa quente por um minuto, e isso vai lhe parecer uma hora. Sente-se ao lado de uma linda moça por uma hora, e isso vai lhe parecer um minuto - eis a teoria da relatividade".
- A morte e o demônio (também usando o bom humor): "O mais tolo de todos os temores é o medo de morrer, já que com os mortos jamais ocorre qualquer tipo de acidente. E o pior castigo do demônio foi nos fazer pagar um preço alto por tudo que existe de bom na vida: ou nossa saúde é afetada, ou torturamos nossa alma, ou terminamos engordando".
- Finalmente, algumas palavras sobre si mesmo: "Não é que eu seja mais inteligente ou esperto que os outros, minha qualidade é não abandonar rapidamente um problema. Quando examino minha maneira de pensar, chego à conclusão que o dom da imaginação sempre teve muito mais importância para mim que a capacidade de acumular informações; se eu não fosse físico, seria músico, porque penso como um compositor, olho minha vida como se fosse música. E no que diz respeito à minha vida pessoal, acho o vício silencioso muito mais interessante que a virtude ostensiva".
Publicado por Beckhauser em 29/04/2013 às 10h36
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