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Terça-feira, 7 de Julho de 2009
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OS TRAÇOS - Slogan
Característicos da Família SALESIANA
A "Palavras" particularmente significativas de Dom Bosco.
Da mihi animas
FAMILIA SALESIANA
O Pe. Décio Bona, no encontro de Joinville, em 3 de julho de 2003, deu como sugestão para o ex-aluno salesiano Laércio Beckhauser a frase:
"UNÍ-VOS e AJUDAI-VOS", como o lema para que a união e a ajuda seja um eterno elo de fortalecimento do grupo.
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Fonte:
Unir
v. tr. v. intr. v. pron.
unir - Conjugar
v. tr.
1. Tornar um, confundir num só (dois ou mais objectos!objetos). ≠ desunir
2. Fig. Associar; ligar; ajuntar; aproximar; tornar unidos (falando das pessoas). ≠ afastar, separar
3. Estabelecer comunicação entre.
4. Aliar; reunir. ≠ afastar, desunir, separar
5. Aconchegar; aproximar.
6. Ligar pelo amor.
7. Ligar por meio de matrimónio.
v. intr.
8. Ligar-se, ajustar-se; aderir.
9. Fazer liga ou ligação.
v. pron.
10. Juntar-se, reunir-se.
11. Associar-se.
12. Fig. Casar-se. ≠ separar-se
13. Quím. Combinar-se.
unir - Conjugar
v. tr.
1. Tornar um, confundir num só (dois ou mais objectos!objetos). ≠ desunir
2. Fig. Associar; ligar; ajuntar; aproximar; tornar unidos (falando das pessoas). ≠ afastar, separar
3. Estabelecer comunicação entre.
4. Aliar; reunir. ≠ afastar, desunir, separar
5. Aconchegar; aproximar.
6. Ligar pelo amor.
7. Ligar por meio de matrimónio.
v. intr.
8. Ligar-se, ajustar-se; aderir.
9. Fazer liga ou ligação.
v. pron.
10. Juntar-se, reunir-se.
11. Associar-se.
12. Fig. Casar-se. ≠ separar-se
13. Quím. Combinar-se.
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Ajudar
v. tr. v. pron.
ajudar - Conjugar
v. tr.
1. Contribuir para que outrem faça alguma coisa.
2. Fig. Favorecer; facilitar.
3. Arranchar à má-língua.
v. pron.
4. Valer-se, servir-se.
ajudar - Conjugar
v. tr.
1. Contribuir para que outrem faça alguma coisa.
2. Fig. Favorecer; facilitar.
3. Arranchar à má-língua.
v. pron.
4. Valer-se, servir-se.
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Escola de Líderes
A escola de Líderes dos Antigos Alunos de Dom Bosco
A realidade
Quando cheguei à Pisana, há quatro anos, o meu primeiro ano foi um navegar no escuro sem saber qual a rota a seguir.
Havia documentos, mas eu sabia que o homem da pós-modernidade não è um homem para lei documentos, não sabe descodificar a vida no papel, não compreende o “isto è assim e tu não tens nada mais a fazer senão fazê-lo porque isto te dá segurança”.
Por outro lado, quer fazê-lo, manipulá-lo, saber que as coisas dependem de si mesmo. È um homem aberto à esperança, ao contacto. Agrada-lhe trabalhar com os outros, estar junto, fazer a sua própria história, fazer o seu percurso como novidade.
È isso que, quando cheguei a Argentina com o nosso Presidente Confederal, Francesco Muceo, há três anos, perguntei a um belo grupo de jovens que estavam lá, se queriam fazer uma aventura connosco.
O Dr. Muceo reuniu-se com eles e o Pe. José Carraro, Delegado nacional do chile, veio ter connosco, acompanhado do seu Presidente Nacional, oferecendo-se para a realização deste projecto a que chamamos “Escola de Líderes”. A primeira foi feita na Páscoa do ano passado a Ocanha em Santiago do Chile.
O Reitor Mor disse numa Boa Noite a Turim (uma das Boas Noites mais belas que jamais escutei e que veio publicada muito bem no último número de “In Cordata”) que os Antigos Alunos deviam “passar de uma adesão afectiva a um compromisso operativo”. Aqui está todo um programa para a Escola de Líderes.
O que è que quer dizer “passar”?
È um verbo com uma carga dinâmica muito forte. Isto è, è um verbo que não se compadece com o estar parado. Aceita o afecto não só como um olhar apara o passado, mas como qualquer coisas que o atira para o futuro.
Não um olhar para permanecer na contemplação mas um olhar para ter mais força para andar para a frente, para caminhar, para descobrir novos itinerários.
Compromisso OperativoPorém a segunda parte da afirmação do RM è mais operativa, è mais comprometedora. O que quer dizer “compromisso operativo”? Como pode um comprometer-se se não conhece as metas, os conteúdos, os instrumentos para fazê-lo? Senão conhece nem sequer os pontos de partida?
A pergunta clássica “O senhor convida-me a entrar na associação… mas para fazer o quê?” deveria ter uma resposta.
Os Antigos Alunos de hoje não são como aqueles de tempos passados onde a vida do internato fazia uma profunda família com os Salesianos, o estilo da sociedade dava prioridade ao tempo passado no recreio.
Hoje tudo está fora.
O educadores são leigos, mas também com eles se pode continuar a encontrar o projecto de Dom Bosco que ajuda a todos como no passado.
Os Antigos Alunos têm experiência de Congressos Nacionais, Regionais, Eurobosoco, EuroGex… e fazem-no muito bem, como foi a experiência do Congresso Italiano em Turim: Um ambiente de alegria, de festa, visitas a lugares de Dom Bosco, conferências iluminadas por testemunhos, conclusões…
Mas a Escola de Lideres se não è novidade nos seus conteúdos, è-o na sua metodologia e na sua continuidade. Não há conferências mas linhas de orientação, não è uma escuta passiva mas activa através do grupo, não há “compromissos genéricos” mas cada nação toma o seu ritmo.
Não se parte para se encontrar dentro um tempo determinado mas encontra-se a breve tempo, pelo menos dentro de um ano. Não são encontros académicos mas partilha.
Não se deixa as pessoas a tentar fazer coisas mas dá-se uma orientação e ajuda-se a encontrar subsídios. Em tudo se valoriza o testemunho e…” o nosso centro faz assim, eu faço assim…”
Valoriza-se o intercâmbio, o trabalhar em rede usando a Internet, a experiência do encontro, da música e da vida vivida no espírito de família. Colocamos o espírito salesiano em tudo o que fazemos. a Escola repete-se todos os anos.
O seu material vai crescendo como as pessoas.
Tudo tem um sentido operativo. Ao fim fazem-se os projectos com as suas etapas a breve e a longo prazo.
Tudo à volta às melhores recordações da nossa experiência com os Salesianos, com Dom Bosco e Maria Auxiliadora, sempre na comunhão.
Áreas para descobrir na escola ...
Salesianeidade cristã: Nós somos Antigos Alunos de dom Bosco. Nós temos um carisma próprio que nos distingue. Nós fazemos parte de uma Família Salesiana que nos acolhe e que nos pede uma participação activa.
Dinâmicas de grupo: Como preparar um encontro? Como preparar um congresso? Como organizar a nossa associação, a nossa secretaria? Como fazer o nosso centro dinâmico a partir das pessoas? Que tipo de meios temos hoje à nossa disposição?
Quais as ajudas externas à Associação e a quem podemos recorrer?
Testemunhos: Casos concretos de quem já tem experiência deste tipo de trabalho… de quem è guiado nesta direcção… de quem vive estes desafios…
Realização de projectos:
Realização de projectos:
.é tempo de escolher a estrada que queremos caminhar…
Presença dos formadores Mas não è possível levar para a frente os projectos dos Antigos Alunos sem formadores, sem pessoas a acompanhar os antigos alunos, seja salesiano seja leigo formado pelos Salesianos…
Presença dos formadores Mas não è possível levar para a frente os projectos dos Antigos Alunos sem formadores, sem pessoas a acompanhar os antigos alunos, seja salesiano seja leigo formado pelos Salesianos…
A solução do Chile è um exemplo. Outros poderão nascer. O Delegado Inspectorial deve ser uma formador de Delegados, como o Delegado Confederal dever ser um formador de Delegados Inspectoriais.
A actualidade e vitalidade do projecto de dom Bosco obriga a estas mudanças. A associação não pode depender de encontrar alguém que possa estar disponível. È uma questão de sobrevivência.
Pe. Jerónimo da Rocha Monteiro
Delegado Confederal
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